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terça-feira, 12 de julho de 2011

Quinteto Villa-Lobos - 35 anos de música brasileira

 
  • Mário Tavares
Quinteto para instrumentos de sopros
01 I. Allegro
02 II. Andantino (Acalanto)
03 III. Tempo de coco

  • Ronaldo Miranda
04 Variações sérias sobre um tema de Anacleto de Medeiros

  • Radamés Gnattali

Suíte para quinteto de sopros
05 I. Prelúdio
06 II. Valsa
07 III. Modinha
08 IV. Choro
09 V. Final

Divertimento para quinteto de sopros e piano 
10 I. Allegro Moderato
11 II. Saudoso
12 III. Ritmado (Allegro Molto Vivace)

  • Edino Krieger
13 Serenata a cinco

  •  K-Ximbinho
14 Sempre
15 Teleguiado

  • Heitor Villa-Lobos
16 Choros 2, para flauta e clarinete
17 Quinteto em forma de choros

Maria Teresa Madeira, piano (faixas 10-12)
Quinteto Villa-Lobos:
Aloysio Fagerlande, fagote
Luiz Carlos Justi, oboé
Paulo Sérgio Santos, clarinete
Philip Doyle, trompa
Toninho Carrasqueira, flauta

Sarau Promoções Culturais

1997

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Música Brasileira para Canto e Piano


  • César Guerra-Peixe
Cânticos Serranos nº4 (textos de Raul de Leoni)
01 I. Prudência
02 II. Vivendo

  • Claudio Santoro
03 Amor em lágrimas (texto de Vinícius de Moraes)
04 Acalanto da rosa (texto de Vinícius de Moraes)
05 Luar do meu bem (texto de Vinícius de Moraes)

  • Caio Senna
Sambas (textos de Júlio Carlos Duarte)
06 I. Dante
07 II. Mad Madalennon
08 III. Senhora dos Anjos

  • Guilherme Bauer
09 Momento (texto de Mário de Andrade)

  • Edmundo Villani-Côrtes
10 Rua Aurora (texto de Mário de Andrade)
11 Confissões (texto de Laerte Freire)

  • Cirley de Hollanda
As sem razões do amor (textos de Carlos Drummond de Andrade)
12 I. Por que
13 II. Lembrete
14 III. As sem razões do amor
15 IV. Mudança

  • Edino Krieger
16 El negro mar ( texto de Nicolas Guillén)

  • Nestor de Hollanda Cavalcanti
17 Corpos presentes (texto de Gildes Bezerra)

  • J. Guilherme Ripper
18 Canção do porto (texto de Guy Vianna)

  • Pauxy Gentil-Nunes
19 Sótão (texto de J.A. Gaiarsa)

  • Bruno Kiefer
20 Elegia, de "Canções do vento" (texto de Ribeiro Couto)

  • Mário Tavares
21 Estrela de espumas (texto de José Mauro Vasconcelos)

  • Murilo Santos
22 Canção de amor (texto de Alma Cunha de Miranda)

Ruth Staerke, soprano
Inácio de Nonno, barítono
Laís Figueiró, piano

Rio Arte RD 008
1996

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terça-feira, 23 de março de 2010

Villa-Lobos - Festival 1976


Bachianas Brasileiras nº1
01 I. Introdução (Embolada)
02 II. Prelúdio (Modinha)
03 III. Fuga (Conversa)

Fantasia Concertante para orquestra de violoncelos
04 I. Allegro
05 II. Lento
06 III. Allegreto - Scherzando - Allegro Final

Associação de Violoncelistas do Brasil
Mário Tavares, regente

Museu Villa-Lobos
MEC/DAC/Funarte
1976

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Edino Krieger - Canticum Naturale


Repertório Rádio MEC 6

01 Suíte para cordas (1954)

02 Divertimento para cordas (1959)

03 Ludus Symphonicus (1965)

04 Estro Armônico (1975)

05 Canticum Naturale (1972), para soprano e orquestra

Orquestra de Câmara da Rádio MEC (faixas 1-2)
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC (faixas 3-5)
Mário Tavares, regente (faixa 1)
Roberto Schnorrenberg, regente (faixa 2)
Rinaldo Rossi, regente (faixa 3),
Edino Krieger, regente (Faixa 4)
Eleazar de Carvalho, regente (faixa 5)
Maria Lúcia Godoy, soprano (faixa 5)

Download (faixas)
Download (capas)

Este cd pode ser adquirido na Loja Plurarte. Para comprá-lo, clique aqui.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Villa-Lobos - Yerma

YERMA (1955-1956)
ópera em três atos

Libreto baseado na obra de Federico García Lorca

Local: Sul da Espanha, próximo de Granada

Personagens por ordem de entrada:

Yerma: Aurea Gomes (soprano)
Juan: Benito Maresca (tenor)
Maria: Ruth Staerke (soprano)
Victor: Carmo Barbosa (barítono)
1ª velha: Diva Peranti (soprano)
2ª velha: Angela Barros (mezzo-soprano)
3ª velha: Conceição Gonçalves (mezzo-soprano)
4ª velha: Antonieta Panfili (soprano)
5ª velha: Silea Stopatto (mezzo-soprano)
6ª velha: Raquel Calazans (mezzo-soprano)
2ª moça: Iara Abreu (mezzo-soprano)
1ª moça: Lahia Rachid (soprano)
1ª cunhada: Ivanesca Duarte (soprano)
2ª cunhada: Geisa Vidal (mezzo-soprano)
1ª mulher: Celia Coutinho (soprano)
2ª mulher: Angela Barros (mezzo-soprano)
Fêmea: Creusa Kost (mezzo-soprano)
1º homem: Zacharia Marques (tenor)
2º homem: Ataíde Beck (barítono)
Macho: Renato Roné (barítono)

Direção: Adolfo Celi
Cenários: Marcos Flaksman
Figurinos: Kalma Mutinho
Coreografia: Dennis Gray

Orquestra Sinfônica, Coro, Coro Infantil e ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Regência: Mario Tavares

1ª apresentação brasileira realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1983

DOWNLOAD:
Ato 1
Ato 2
Ato 3

Obs.: a gravação aqui postada foi retira de fita de rolo, e sua qualidade não é, obviamente, a ideal. Ainda assim é uma chance de conhecer a ópera do Villa.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Villa-Lobos - Rudá, bailado ameríndio

01 Palavras de Villa-Lobos

02 Rudá (1951), para orquestra
I. Os Maias
II. Os Aztecas
III. Os Incas
IV. Os Marajoaras
V. A Vitória do Amor nos Trópicos

Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Mário Tavares, regente


Lançado nas comemorações do Sesquicentenário da Independência

Caravelle
MEC/MVL 005
1972

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(...)
Há irrecusável grandeza épica nos três atos de Rudá. A violência, a indomabilidade, a fúria que assemelham, antagonizam e associam o homem e a natureza não estão porém, aqui, desencadeados como elemento de puro instinto, jogados em refrega de vida e morte, em ciclo de amor que se renova a duras penas, no exercício permanente de existir e continuar.

Aqui um poeta se debruça a contemplar o fenômeno amor em estado puro, sua imaginação percorre um passado continental, ameríndio, e se engrandece na visão desse culto ao amor porque a ele associa a idéia de civilizações que nos antecederam neste mesmo chão onde povos ainda novos lutam por afirmar-se. É curioso ver que por volta de 1950 Villa-Lobos estava particularmente atraído pelos temas da jovem América. Rudá é de 1951: um ano antes ele havia composto Erosão, Lenda Ameríndia nº1, em 1952 apareceu sua décima sinfonia, chamada “Sinfonia Ameríndia”; em 1953, por encomenda da Orquestra de Louisville, e por ela gravada sob a regência do maestro Robert Whitney, Alvorada na Floresta Tropical. Além de se utilizar, em Rudá, de uma orquestra muito ampla, Villa-Lobos pede o concurso de instrumentos que acrescentam sonoridades bizarras, exóticas, instrumentos como o chocalho, o reco-reco, um raro saxofone sopranino, o sonovox, tudo para desenhar em sons as surpresas e os mistérios da selva e dos tipos que a habitam, tal como a sua extraordinária imaginação de músico concebe e com poder de convicção nos transmite, subjugando-nos a uma visão lírica, ciclópica, agreste.

Numa entrevista concedida em Nova York, em 1951, ano em que justamente se dedicava à composição desta obra, Villa-Lobos explicou que Rudá é um termo nheengatu, tupi-guarani, e que quer dizer DEUS DO AMOR, na mitologia marajoara.

Todo o motivo da obra, disse ainda o compositor, é em torno do amor na época precolombiana e não se limita aos marajoaras, embora deles venha o título, mas evoca também os maias, os aztecas e os incas. Não há, no bailado, argumento literário nem idéia teatral. Citando textualmente suas palavras: “Procurei fugir dos processos de estrutura dos bailados, que vêm desde a França do século dezoito, tendo sido um pouco transfigurados por Diaghilev. Aqui temos a dança pela dança”.

(...)
A idéia de porduzir um bailado de amplas proporções, destinado a preencher todo um espetáculo, partiu do então cenógrafo-chefe do Teatro Alla Scala, de Milão; razões diversas obstaram a concretização dessa idéia, mas sobrou na partitura o título italiano “Rudá Dio d'Amore”. A 30 de agosto de 1954 a obra musical foi dada pela Orquestra Nacional da Radiodifusão Francesa sob a regência do próprio compositor. E só chegou ao Brasil, em estréia americana, em 13 de novembro de 1971, pela Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência de Mário Tavares, dentro do quadro do Festival Villa-Lobos, que lança esta gravação feita na data referida.

Zito Baptista Filho

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Villa-Lobos: Na música sinfônico-coral

a


No panorama geral da música sinfônica da primeira metade do século vinte, a produção de Villa-Lobos ocupa um lugar de destaque muito especial e de relevo tal, a ponto de um mestre como Olivier Messiaen ter declarado, em recente entrevista ao crítico francês Antoine Goléa, que uma das grandes influências no terreno da instrumentação em sua obra o estudo dos grandes Choros para orquestra do mestre brasileiro.

Partindo de quem partiu, tal declaração tem a força de uma revalorização da monumental criação de Villa-Lobos perante o próprio mundo musical, habituado, na verdade, a escutar com demasiada freqüência a sua famosíssima Bachianas nº5, que não resume, nem de longe, as potencialidades de invenção que encontramos em suas obras de maior fôlego os Choros e, também, o sólido Mandú-Çarará, incluído na presente gravação.

E aqui, o trabalho pioneiro do Museu Villa-Lobos tem sido fundamental. Gravando e difundindo as obras menos conhecidas e de árdua execução como as escolhidas agora, toma a si a tarefa extraordinária de revelar, inclusive para o próprio Brasil, a dimensão exata do seu gênio musical maior. (...)

Marlos Nobre (notas do LP)


1. Mandú-Çarará (1940) para coro misto, coro infantil e orquestra

Orquestra Sinfônica Brasileira
Henrique Morelenbaum, regente
Coro do Instituto Israelita Brasileiro de Cultura e Educação
Coro Infantil da Escola Eisteinbarg
Cecília Conde, preparadora

2. Gênesis (1954) para orquestra

Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Mário Tavares, regente


MEC-MVL 003-ST Caravelle
1970

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