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sexta-feira, 23 de março de 2012

Duos e Trios Contemporâneos

 

  • Roberto Victório

Vattanan, para violoncelo e percussão
01 I. Invocação
02 II. Átrio
03 III. Cântico de araés
04 IV. Liturgia dos ciclos

  • Silvio Ferraz
05 Ao encalço do boi, para clarinete baixo e percussão

  • Eduardo Guimarães Álvares
06 Noturno, para clarinete baixo e percussão

  • Marcos Branda Lacerda
07 Passagens, para clarinete baixo e vibrafone

  • Eduardo Seincman
08 O Pássaro Da Chuva, para clarinete baixo e percussão

  • Fernando Iazzetta
09 Risco, para violoncelo, clarinete baixo e vibrafone

  • Edson Zampronha
10 Modelagem XIII, para piano e percussão

  • Luiz Carlos Csekö
11 Canções dos dias vãos 5, para clarinete baixo amplificado e percussão


Luís Eugênio Montanha, clarinete baixo
Carlos Tarcha, percussão
Eduardo Gianesella, percussão (faixas 1, 9 e 10)
Dimos Goudaroulis, violoncelo
Lídia Bazarian, piano

LAMI/USP

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domingo, 19 de julho de 2009

Notas Brasileiras - Música para flauta e piano


Osvaldo Lacerda
01 Poemeto

M. Camargo Guarnieri

Sonatina para flauta e piano
02 I. Allegro
03 II. Melancólico
04 III. Saltitante

João Guilherme Ripper
05 Metamorphosis

Roberto Victorio
Ad infinitum
06 I. Lento (Ondulante)
07 II. Bem leve (aéreo)
08 III. Tênue

Nestor de Hollanda Cavalcanti
Três peças em forma de coisas
09 I. Filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra
10 II. Coisas simples
11 III. Coisas da vida

Edino Krieger

Sonatina para flauta e piano
12 I. Larghetto expressivo
13 II. Allegro

Radamés Gnatalli
Sonatina para flauta e piano
14 I. Cantando com simplicidade
15 II. Adagio
16 III. Movido

Pauxy Gentil-Nunes, flauta
André Carrara, piano

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PS: caso alguém tenha o álbum e se disponha a escanear as capas, agradeceríamos muito

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

brasil! new music! vol. 3


brasil! new music! vol. 3
O Concerto em Copenhague


Roberto Victorio (1959)

Concerto para flauta, violão e conjunto
(1995)

01 I. Movido
02 II. Com calma

03 III. Interlúdio

04 IV. Ágil

Harry Crowl (1958)


05 Concerto para clarone, percussão e percussão (1994)

Carlos Stasi (1963)

Canção simples para tambor (1991)
06 I

07 II

08 III

09 IV
10 V

11 VI

Marcos Mesquita (1959)

12 De barro é feito João, e sopro (1994), para ensemble desafinado e fita

Sílvio Ferraz (1959)

Trópico das repetições (1991-94), para piano
13 I. Trópico das repetições

14 II. Pastoral

15 III. Trópico do caos


Fernando Iazzetta (1966)

16 Versa para Ensemble (1994)

Rune Most, flauta (faixas 1-4)
Peter Kunz, violão (faixas 1-4)
Otinilo Pacheco, clarone (faixa 5)
Eduardo Gianesella, caixa (faixas 6-11)
Lidia Bazarian, piano (faixas 13-15)
Grupo Novo Horizonte de São Paulo (faixas 1-5; 12 e 16)
Graham Griffiths, regente

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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Grupo Música Nova da UFRJ


Carlos César Belém
1 Deutsches Vatapá (1997), para violino, clarineta, violoncelo, trombone, contrabaixo, piano

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1965, graduou-se em Composição na UFRJ. Conquistou o 2º Prêmio no Concurso Nacional de Composição da Rio-Arte (1995) com a obra Rio em Pauta, para canto e violão. Atualmente é Coordenador de Pesquisa e Recursos Humanos da Escola de Música Villa-Lobos.
Deutches Vatapá é uma obra que procura explorar a multiplicidade e simultaneidade de planos e texturas sonoras, misturando alguns elementos comuns à vanguarda da década de 70, como passagens seriais ou aleatórias, a outros mais característicos da cultura brasileira, com referências, ainda que inconscientes, à "world music" de Arrigo Barnabé e Chicho Science. Da utilização de efeitos timbrísticos surge uma palheta de cores instrumentais variadas, que torna marca distintiva de várias células tratadas de forma repetitiva.

Marcus Ferrer
2 Folhagem (1995), para flauta, clarineta, fagote, trombone, contrabaixo

Nascido no Rio de Janeiro, em 1963, formou-se em Composição pela Escola de Música da UFRJ, onde realizou o Mestrado sob orientação de Marisa Rezende. Participou do Grupo Música Nova, como bolsista do CNPq. Desde 1980 tem integrado conjuntos instrumentais diversos, dentre eles os premiados "Orquestra de Cordas Brasileiras" e "Nó em Pingo D'Água".
Folhagem consta de três seções principais, que apresentam ainda seccionamentos internos, a partir de jogos texturais e tímbricos claramente enunciados. As seções extremas propõem células pontilistas em poliritmia, feitas pela flauta, clarineta e fagote, em oposição à linha em uníssono do trombone e contrabaixo, formando camadas sonoras. A seção intermediária explora solos dos vários instrumentos, e ao final uma intervenção sincrônica resgata a uniformidade de articulação, antes usada como pontuação no discurso musical.

Caio Senna
3 Quinteto (1997), para violino, clarineta, trombone, violoncelo, contrabaixo

Nascido em São Paulo, em 1958, realizou o Mestrado sob a orientação de Marisa Rezende na UFRJ. Tem participado regularmente de eventos de música contemporânea, e atualmente é professor de Harmonia da Universidade do Rio de Janeiro.
Quinteto é estruturada em três seções, e sobrepõe, em sua parte inicial, uma textura uniformemente articulada, realizada pelo violino, clarineta e trombone, à uma base extremamente sincopada do violoncelo e contrabaixo. Este material toma um feitio obviamente popular, na seção central da peça, onde o solo de trombone sugere um samba-choro. O motivo melódico deste solo é o ponto de partida para uma progressiva distorção que faz retornar a textura inicial.


Pauxy Gentil-Nunes
4 Músicas (1995), para flauta, clarineta, fagote, trombone, contrabaixo, piano

Nascido no Rio de Janeiro, em 1963, é flautista e Mestre em Composição pela UFRJ, onde atualmente leciona Harmonia, Análise e Composição. Iniciando sua carreira na música popular instrumental, hoje dedica-se à produção e divulgação da música brasileira de concerto. Participa regularmente de eventos de música contemporânea, sendo flautista da Camerata Contemporânea.
Músicas integra, juntamente com as obras Quarteto Cinético e Trio Náutico, um tríptico que tem como característica a conjunção de elementos discursivos tradicionais com procedimentos técnicos mais recentes de estruturação formal, conjugação que talvez possa ser chamada de pós-moderna. Estes procedimentos visam aproximar o discurso organizado de situações de liberdade expressiva máxima. "Há uma certa inflexão de ritmos e harmonias que gosto de chamar de cariocas", informa o compositor, referindo-se à seção central de sua obra, que, como o título sugere, aglutina diversos estilos e técnicas.


Alexandre Schubert
5 Em Si (1994), para flauta, clarineta, piano, trombone contrabaixo
I. Busca
II. Intermezzo / Ausência

Nascido em Manhumirim (MG) em 1970, atualmente cursa o Mestrado na UFRJ, sob orientação da Profª Marisa Rezende. Atuou no Grupo Música Nova como violinista e tem participado dos principais eventos de música contemporânea brasileira. É violinista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal (RJ).
Em Si divide-se em três movimentos: Busca, Intermezzo e Ausência. Estruturalmente, constrói-se a partir de contrastes: a transparência de um uníssono (nota si) contrapõe-se à densidade de linhas superpostas em segundas ou clusters, momentos estáticos ritmicamente alternam-se a fragmentos polirrítmicos, assim como soli a MB. A dinâmica também se apresenta neste jogo de oposições, propondo mudanças bruscas. Estes jogos texturais concentram a expressividade sugerida pelos títulos dos movimentos.

Roberto Victório
Quatro Microcânticos (1995), para flauta, clarineta, fagote, trombone, contrabaixo, piano
6 I. Movido
7 II. Lento
8 III. Surgindo
9 IV. Intenso

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1959, tendo concluído o Mestrado em Composição em 1991 pela UFRJ. Como compositor possui mais de cem obras, muito executadas no Brasil e exterior. Ganhou vários prémios destacando-se o 1- Prémio no Concurso Latino Americano de Composição para a Orquestra de Montevideu (1985), Menção Honrosa no Concurso Internacional de Composição do Festival de Budapeste (1989) e 2- Prémio no Concurso "500 Anos das Américas" da Escola de Música da UFRJ (1992).
Quatro Microcânticos: Movido, Lento, Surgindo e Intenso, são movimentos estruturados a partir de conjuntos de células melódicas, harmónicas e rítmicas, articuladas num trabalho de colagem. Os movimentos retém traços de uma construção discursiva, enquanto o Lento privilegia pequenos solos da flauta. O terceiro movimento, Surgindo, explora a indefinição do plano temporal, uma vez que não é escrito a partir da notação rítmica tradicional, deixando ao regente e aos intérpretes a possibilidade de interpretá-los. O timbre, quer dos instrumentos isolados ou em suas combinações, realça verdadeiramente o potencial de cores individuais e do conjunto.

Alfredo Barros
10 Rhythmus (1996), para flauta, clarineta, fagote, violoncelo, contrabaixo

Nascido em Teresina (PI) em 1966, concluiu o mestrado da Escola de Música da UFRJ em 1996, sob a orientação de Marisa Rezende. Participa regularmente de eventos de música contemporânea, tendo obras premiadas em concursos de composição, como Peça nº 1 para piano (primeiro lugar na XIX Apresentação de Compositores da Bahia), Opus 7 (Segundo lugar na XX Apresentação de Compositores da Bahia), A mestra (Primeiro lugar no II Congresso Nacional de Composição Psychopharmacon), entre outros.
Rhythmus como seu título sugere, explora diversas situações da relação entre pulso e articulações rítmicas. No início, em andamento vivo, um ostinato em fusas nas cordas, fornece a base para a articulação de células formadas por notas repetidas, em quiálteras, pelas madeiras, contrastando com a uniformidade das colcheias na seção central, mais calma. Andamentos alternam-se com deslocamentos de acentos, gerando zonas de instabilidade para o pulso. A dualidade de ataques staccato e legato assume função estrutural, que a grosso modo apresenta a forma de um mosaico: pequenas seções alternam-se e sobrepõem-se, num jogo de reiterações literais e variadas.

Marcos Nogueira
11 A jornada e o Sonho (1997), para violino, violoncelo, clarineta, piano, trombone, contrabaixo

Nascido no Rio de Janeiro em 1962, graduou-se em Composição na UFRJ, vindo posteriormente a concluir o Mestrado. Fez parte do Grupo Música Nova da UFRJ, como bolsista do CNPq. Desde 1996 vem se aprofundando no tema utilizado em sua Tese: "Música e Ficção: introdução a uma estética da recepção", cujos resultados têm sido apresentado em seminários e congressos. É diretor da Escola de Música Villa-Lobos.
A Jornada e o Sonho, metáfora proposta por Parmênides e revivida por Platão, enquanto rota circular através da qual desenrola-se, na mente, o processo cognitivo, revela-se, por exemplo, quando o intérprete da poesia menos rege do que se deixa conduzir pela trilha do som e fala. O sonho é a situação psicológica na qual se acham mergulhados poeta e audiência, segundo outra metáfora platônica. E, uma vez que o sonho é algo que nos tem e não o contrário, todo um contexto de "significação" está neles ausente, como se a cada nova oportunidade de apreensão, nos fugisse o sentido. As duas metáforas dão impulso à criação formal da peça; nada mais nela busca remeter-nos ao viés da representação em música, assim procurando, de alguma forma, pôr em questão o papel da discursividade na leitura-escuta musical.

Marisa Rezende
12 Ginga (1994), para flauta, clarineta, fagote, violoncelo, trombone, contrabaixo, piano

Nascida no Rio de Janeiro, em 1944, concluiu o Mestrado e o Doutorado na Universidade da Califórnia (EUA) em 1976 e 1985 respectivamente. Em 1987 tornou-se Professora Titular de Composição da Escola de Música da UFRJ, onde também coordena as atividades do Grupo Música Nova. Em 1992, como pós-doutorado, desenvolveu pesquisa sobre o ensino da Composição na Universidade de Keele (Inglaterra). Em 1983 conquistou o prémio UCSB Music Affiliates pela composição do "Sexteto em Seis Tempos". Tem participado de festivais nacionais e internacionais de música contemporânea (México, Inglaterra, Estados Unidos).
Ginga explora células de algumas danças africanas e brasileira (ogogo, agbadza, samba), tratadas repetitivamente. Sua estrutura alterna seções rítmicas relativamente estáticas, com passagens baseadas numa melodia simples, construída a partir de uma escala de seis sons. Existe uma intenção humorística em disfarçar esta melodia, durante os processos de variação aos quais ela é exposta, reservando para o final sua mais óbvia e apoteótica aparição.



Grupo Música Nova da UFRJ
Regente: Flávia Vieira
flauta: Sammy Fuks
clarineta: Cristiano Alves
clarineta: André Luiz Góes
fagote: Juliano Barbosa
trombone: João Luiz Areias
violoncelo: Saulo Moura
contrabaixo: Alexandre Brasil
violino: Antonella Pareschi
violino (participação especial): Ludmila Plitek
piano: Marisa Rezende

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terça-feira, 20 de maio de 2008

Roberto Victorio (1959)


ROBERTO VICTORIO nasceu no Rio de Janeiro em 1959. Concluiu o curso Superior de Violão na FAMASF-Rio e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro obteve os títulos de Regência (bacharelado) e Composição (mestrado). Foi professor de composição e orquestração do Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro; regente e diretor musical da Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro; regente do Grupo Música Nova da UFRJ, até 1993 ; e bolsista da Fundação Rio Arte e Fundação Vitae para os programas de composição, respectivamente em 1996 e 2000.

Como Compositor tem em seu catálogo mais de duas centenas de obras executadas nos principais eventos de música contemporânea fora do país, tais como: Festival de Música Nova de Zurique, Hamburgo, Nova Iorque, Budapeste, Bourges, Grösnjan, Montevidéu, Santiago, Genebra, Estocolmo, Tóquio e Cluj Napoca; além de ativa participação em todos os eventos ligados à música contemporânea no Brasil, como compositor e regente.


É professor do Departamento de Artes e Coordenador do Curso de Pós Graduação em Música Brasileira da UFMT; regente e diretor musical do Grupo Sextante - música contemporânea; membro da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea. Doutor em Estruturação Musical na Universidade do Rio de Janeiro(UNI-Rio) com pesquisa voltada para a música ritual dos índios Bororo de Mato Grosso.


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1. Codex Troano (1987) - para 10 percussionistas [mp3]


Grupo de Percussão da UNESP
Regência: John Boudler
Coro de Câmara da Pró-Arte
Regência: Carlos Alberto Figueiredo
Grupo Música Nova da UFRJ
Regência: Roberto Victório
Grupo Metal Transformação Rio de Janeiro
Regência: Zdenek Svab
Rose Vic, soprano
Ronaldo Victório, tenor
Marcelo Coutinho, barítono


"A intenção em Codex Troano foi traçar um paralelo entre o percurso musical da obra e o código maia da criação, tendo como suporte a tradição cabalística hebraica, em estreita conexão com o percurso numerológico comum a ambos. Portanto, a finalidade foi transplantar ao universo musical as práticas e os percursos internos ritualísticos, na tentativa de transpor as percepções pelo envolvimento com a inexplicabilidade ritual, aliada à prática musical enquanto obra de arte."

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Roberto Victorio - (clique aqui para ler artigo completo)

2. Tetraktys (1990) - para violão solo [mp3]
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violão: Paulo Pedrassoli


"A “Divina Proportione” como modêlo pregnante do quaternário imaterial, propagado de uma fonte única incognoscível às esferas perceptíveis da materialidade, em sintonia com o poder gerativo da Tetraktys, como modelo de reprodução do alicerce sonoro da série, em um processo de materialização / imaterialização pela ascendência numeral e pelas transposições da estrutura inicial ( 1 - 4 ) à níveis superliminares. Desta forma, o modelo pitagórico, assentado na década, faz com que o Dez (10) seja um simples retorno à Unidade, ou uma projeção fragmentada do som / número primordial, onde a gama sonora (audível) é uma simples passagem e um curto descortinar pelo universo da materialidade."

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Roberto Victorio - (clique aqui para ler artigo completo)

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#Partitura de Tetraktys, clique aqui#


+obras para violão de R. Victorio: Violão com Fábio Zanon
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3. Vattanan (1994) - para violoncelo e percussão

Cello: Dimos Goudaroulis
Percussão: Carlos Tarcha
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I. Invocação [mp3]
II. Átrio [mp3]
III. Cântico de araés [mp3]
IV. Liturgia dos ciclos [mp3]
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"O título da peça VATTANAN é uma variação idiomática de Vattan, língua utilizada nos ritos de iniciação pelos sacerdotes de povos muito antigos que abitavam a península de Yucatan, no México. Um idioma perdido no tempo, utilizado pelos Maias enquanto remanescentes diretos dessa etnia. O número quatro é o elemento unificador da obra: divide os movimentos, os acordes, a relação intervalar e as frases e períodos musicais. Esse elemento foi retirado da referência histórica da civilização de Yucatan, das quatro cidades sagradas, dos quatro pólos iniciáticos daquele povo."

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(Eduardo Guimarães Álvares)


4. Sentinelas de Pedra (1996) - para grupo de câmara [mp3]
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Grupo Sextante de Mato Grosso
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5. Chronos IV (1999) - para contrabaixo e percussão [mp3]
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Duo Abreu - Passos
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6. Chronos X (2002) - versão para flauta solo [mp3]
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Flauta: Odette Ernest


"Após constatarmos a enorme luta humana em desvendar os mistérios do tempo e suas ramificações - enquanto fenônemo multidimensional que tem o poder de transportar as realidades tridimensionais à uma outra esfera de existência como um continuum irretornável - e adentrarmos em suas consequências no âmbito musical, como manifestação e percepção geradora, concluímos que, apesar de todos os caminhos apontarem para o viés da “noção de tempo” como uma nova abordagem do modelo perceptivo (e todos os seus afluentes), o vislumbre deste estado temporal, ou fluxo imanente que perpassa a tudo e a todos, e que, inegavelmente, causa impressões distintas em nós, seres tridimensionais, resume-se a uma pré-percepção do espaço-tempo quadridimensional."

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Roberto Victorio - (clique aqui para ler artigo completo)


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página de Roberto Victorio, clique aqui.



sábado, 8 de março de 2008

brasil! new music!-vol.1.

o vazio imperava, e o

Universo aguardava

o momento primordial de manifestação


vida e morte coexistiam no

ventre da não-existência.

Instantes eternos de espera

para o surgimento de tudo...


após o desabrochar,

somente restam vagas idéias

lembradas pelos homens

através de sentidos imensuráveis,

através da contemplação ininteligível

do infinito.


(poema cabalístico anônimo - séc. XIV, em "bereshith", de Roberto Victorio)






brasil! new music!-vol.1.


"Um projeto inédito em compact-disc cujo objetivo é a divulgação - dentro do Brasil e no exterior - da qualidade e diversidade dos compositores brasileiros hoje. Numa iniciativa do regente Graham Griffiths, diretor do grupo Novo Horizonte, e de Cláudio Lucci, diretor do Camerati, esta antologia pretende oferecer um serviço de difusão e valorização da música contemporânea brasileira, através de lançamentos regulares em cd. Este primeiro volume mostra obras de três compositores - nascidos em 1959 - de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro."



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Orkut: Comunidade Música Brasileira de Concerto

Um espaço para todos os visitantes deste blog, onde poderemos trocar idéias para futuro do blog, discutir temas relativos à música brasileira e também nos conhecer.

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