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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Guerra-Peixe - Repertório Radio MEC

 


Roda de Amigos (1979)

1. O Rabugento (fagote)

2. O Teimoso (clarineta)

3. O Melancólico (oboé)

4. O Travêsso (flauta)


Elione Medeiros, fagote

José Botelho, clarinete

Kleber de Souza, oboé

Lenir Siqueira, flauta

Ernani Aguiar, regência

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Gravado em 1980


Concertino para violino e orquestra de câmara (1972)

5. Allegro comodo

6. Andantino

7. Allegro un poco vivo


Guerra-Peixe, violino

Alceo Bocchino, regência

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Gravado em 1980


Suíte para quarteto ou orquestra de cordas (1949)

8. Maracatu

9. Pregão

10. Modinha

11. Frevo


Guido Mansuino, regência

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Gravado em 1959


Moda e Rasqueado (1956)

12. Moda

13. Rasqueado


Mário Tavares, regência

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Gravado em 1959


Trovas Capixabas (1955)

14. Abaixai, ó limoeiro

15. Ó Lua que estás tão clara

Trovas Alagoanas (1955)

16. A viola e a prima

17. Tomara achar quem me diga


Maria de Lourdes Cruz Lopes, soprano

Paulo Afonso de Moura Ferreira, piano

Gravado em 1961


18. Ponteado (1955)


Guerra-Peixe, regência

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Gravado em 1961


Suíte Sinfônica nº2 "Pernambucana" (1955)

19. Maracatu

20. Dança de cabocolinhos

21. Aboiado

22. Frevo


Guerra-Peixe, regência

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Gravado em 1962

DOWNLOAD (FLAC)

Gurrra-Peixe - Retirada de Laguna (Repost FLAC)

 

A Retirada de Laguna (1971), para orquestra


01 I. Partida para os Campos
02 II. Pantanais
03 III. Alegria em Nioaque
04 IV. Laguna
05 V. Uma Noite Calma
06 VI. Incêndio; Depois, o Temporal
07 VII. Esperança no Campo das Cruzes
08 VIII. A Morte do Guia Lopes
09 IX. Regresso Pacífico
10 X. Canção à Fraternidade Universal

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC
César Guerra-Peixe, regente

Funarte/Itaú Cultural

DOWNLOAD(FLAC)

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Radamés Gnattali - Brasiliana Nr. 6 & Concerto Romântico


Brasiliana nº 6
1. I. Sobre um Tema de Xangô
2. II. Sobre uma Escala Nordestina
3. III. Prenda Minha

Concerto Romântico
4. I. Allegro
5. II. Lento con Fantasia
6. III. Allegro Moderato

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC
Alceo Bocchino, regência
Radamés Gnattali, piano

FLAC Lossless Audio (286 MB)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Luiz Cosme - Salamanca do Jarau (lenda-bailado)



Luiz Cosme nasceu na cidade Porto Alegre em 9 de março de 1908. A casa da família Cosme era o ponto de encontro da fatia gaúcha do movimento modernista, que incluía os escritores Augusto Meyer e Theodomiro Tostes e os compositores Armando Albuquerque e Radamés Gnattali. No período em que compôs o bailado "Salamanca do Jarau", Cosme dialogava tanto com os modernistas andradianos, quanto com Villa-Lobos, firmando-se em sua própria posição entre os dois polos. Relacionou-se também com o diametralmente oposto  Música Viva, de Koellruetter, embora nunca tenha integrado o grupo. Diria ele mesmo que foi o primeiro brasileiro a usar a técnica dos doze sons sem nenhuma sujeição escolástica, antes como meio expressivo e sem descaracterizar a atmosfera brasileira (vide Lambe-Lambe e Madrugada no Campo). O bailado que ora apresentamos foi estreado em 1935 pela a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência de Heitor Villa-Lobos, tendo sido bastante bem recebido pela crítica e pelos músicos. A partir do final da década de 1940, uma doença não identificada comprometeu seriamente sua mobilidade e interrompeu sua atividade como compositor. A partir daí, dedicou-se à produção de numerosos ensaios e livros sobre diversos temas ligados à música. Faleceu em casa no 17 de julho de 1965. 

A lenda-bailado Salamanca do Jarau tem sua construção baseada no conto homônimo de J. Simões Lopes Neto (aqui, p. 5 e seguintes). Todavia, excetuando-se a Introdução e o Desencantamento, a partitura refere-se apenas à sétima parte do conto, onde são narradas as sete provas por que Blau Nunes tem de passar dentro da furna a fim de desencantar o Santão e a princesa moura, transformada em Teiniaguá (lagartixa). A Introdução apresenta a ideia fixa da obra, a toada folclórica Boi Barrosoque Blau  canta enquanto procura o místico animal pelo Cerro do Jarau.  Outro tema que que permeia a  obra é remanescente da Oração à Teiniaguá (para violino e piano, de 1932, contida no disco A Música de Porto Alegre - Erudito I), que aqui aparece como Tema da Teiniaguá, além de outro oriundo da peça Sacy Pererê (presente no mesmo disco) que é utilizado em Tropa de Anões. São claros na composição ecos da Sagração da Primavera de Stravinsky, quem Cosme considerava "o maior compositor vivo" de sua época



I. Introdução - No Rastro do Boi Barroso (0:00 - 4:50)
II. Assombração (4:50 - 7:57)
III. Jaguares e Pumas (7:57 - 9:07)
IV. Dança dos Esqueletos (9:07 - 10:58)
V. Línguas de Fogo (9:07 - 12:32)
VI. A Boicininga (12:32 - 14:42)
VII. Ronda de Moças (14:42 - 17:46)
VIII. Tropa de Anões (17:47 - 19:25)
IX. Desencantamento (19:25 - 23:42)



Orquestra Nacional da Rádio MEC
Mario Tavares, regente
DOWNLOAD


OBS.: Devo meus agradecimentos ao anônimo que disponibilizou essa gravação raríssima por aí. Caso contrário, o único registro que teríamos seria este, precariamente gravado por mim no ano passado com a OSPA, sob a direção de Ligia Amadio.


Para ir mais além:
- MATTOS, Fernando Lewis de. A Salamanca do Jarau de Luiz Cosme: análise musical e história da recepção crítica. Dissertação (Mestrado), PPGM, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1997.
- MATTOS, Fernando Lewis de. Estética e Música na obra de Luiz Cosme. Tese (Doutorado), PPGM, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2005.
- LOPES NETO, João Simões. Lendas do Sul. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2002 (está em domínio público: http://pelotas.ufpel.edu.br/ebooks/lendasdosul.pdf)
- PAULA, Elisângela Aparecida Zoborosi de. As Origens da Lenda "A Salamanca do Jarau" de Simões Lopes Neto. Revista Virtual de Letras, v. 2, n. 2, 2010.
- COSME, Luiz. Introdução à Música. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1954.
- COSME, Luiz. Música, sempre música. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1959.


Abaixo um ensaio do próprio Cosme, publicado no livro Música, Sempre Música, de 1959, em que ele contrasta o conto de Simões Lopes Neto, base de seu bailado, com uma descrição da peça do compositor e crítico gaúcho Paulo Guedes:
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         Às vezes, afigura-se-nos leviano o juízo de atribuírem a nós o título de anti-foiclorista ou dizerem que detestamos o folclore. Cremos que este equívoco nasceu de uma monografia de Vasco Mariz: Figuras da Música Brasileira Contemporânea, num tre­cho em que o autor, escrevendo a nosso respeito, diz o seguinte: “Assim como Duparc, o músico gaúcho destrói, sem piedade, as composições que não lhe agradam in totum. Detesta o folclorismo direto, preferindo criar ambientes populares a harmonizar temas alheios”. 
         Eis o que se pode chamar de verdadeiro engano, porque, a nosso ver, o autor, ao referir-se a folclorismo direto — no trecho acima citado — quis evidenciar que o uso do material folclórico não é limitado à introdução esporádica ou à imitação de velhas melodias e mesmo ao seu uso temático arbitrário em obras de tendências internacionais. 
          [...]
         Pelo exposto, verifica-se que eu não detesto o folclore, acho simplesmente que o seu uso não deve ficar limitado a um simples aproveitamento de ritmos e cadência, e, sim, de uma elaboração musical desses elementos populares. Seria mesmo absurdo se tal não fosse o meu pensamento, pois basta recordar a formação popular na Ars Nova italiana e francesa do século XIV, e ainda a influência popular na ópera italiana.
(COSME, Luiz. Introdução à Música. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1954. pgs. 63 e 75)


domingo, 20 de dezembro de 2009

Guerra-Peixe - Retirada de Laguna


A Retirada de Laguna
(1971), para orquestra

01 I. Partida para os Campos
02 II. Pantanais
03 III. Alegria em Nioaque
04 IV. Laguna
05 V. Uma Noite Calma
06 VI. Incêndio; Depois, o Temporal
07 VII. Esperança no Campo das Cruzes
08 VIII. A Morte do Guia Lopes
09 IX. Regresso Pacífico
10 X. Canção à Fraternidade Universal

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC
César Guerra-Peixe, regente

Funarte/Itaú Cultural

DOWNLOAD (atualizado em 20/11/2010)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Edino Krieger - Canticum Naturale


Repertório Rádio MEC 6

01 Suíte para cordas (1954)

02 Divertimento para cordas (1959)

03 Ludus Symphonicus (1965)

04 Estro Armônico (1975)

05 Canticum Naturale (1972), para soprano e orquestra

Orquestra de Câmara da Rádio MEC (faixas 1-2)
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC (faixas 3-5)
Mário Tavares, regente (faixa 1)
Roberto Schnorrenberg, regente (faixa 2)
Rinaldo Rossi, regente (faixa 3),
Edino Krieger, regente (Faixa 4)
Eleazar de Carvalho, regente (faixa 5)
Maria Lúcia Godoy, soprano (faixa 5)

Download (faixas)
Download (capas)

Este cd pode ser adquirido na Loja Plurarte. Para comprá-lo, clique aqui.

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