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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Madrigal Renascentista - Música Nova do Brasil


César Guerra-Peixe
01 Série Xavante
I. Ritual da Perfuração da Orelha
II. Canto das Moças
III. Canto dos Rapazes
IV. Corrida do Buriti

Ernst Widmer
02 Toada do Amor (poema de Carlos Drummond de Andrade)

Ronaldo Miranda
03 Belo belo (poema de Manoel Bandeira)

Gilberto Mendes
04 Com som sem som (poema de Augusto de Campos)

Ricardo Tacuchian
05 Canção do barco (poema de Mário Quintana)

Maria Helena Costa
06 Atenção

Lindembergue Cardoso
07 Caleidoscópio

Ernst Widmer
08 Salmo 150

Afrânio Lacerda, regente
Madrigal Renascentista de Belo Horizonte

Funarte
1979

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sábado, 10 de outubro de 2009

Lindembergue Cardoso - Memória, Vol.3: Orquestra e Coro


Missa João Paulo II na Bahia (1980), para soprano, mezzo-soprano, coro, órgão e percussão

01 I. Senhor
02 II. Glória.mp3
03 III. Santo.mp3
04 IV. Cordeiro de Deus.mp3

Madrigal da UFBA

Piero Bastianelli, regente

05 Via Sacra (1968), para orquestra sinfônica

Orquestra Sinfônica da UFBA

Ernst Huber Contwig, regente

06 Influência (1971), para orquestra de cordas

Orquestra Sinfônica da UFBA

Erick Vasconcelos, regente

07 Ritual (1987), para orquestra sinfônica

Orquestra Sinfônica da UFBA

Piero Bastianelli, regente

08 Pleorama (1971), para orquestra sinfônica

Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Alceu Bocchino, regente

09 Os Santos (do Oratório Cênico) (1988), para coro misto e orquestra

Orquestra Sinfônica e Madrigal da UFBA

Henrique Morelenbaum, regente

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sábado, 3 de outubro de 2009

Lindembergue Cardoso - Memória, Vol.2: Câmara


Trio para violino, violoncelo e piano (1967)
01 I. Moderato
02 II. Lento
03 III. Rápido

Piero Bastianelli, violoncelo
Pierre Klose, piano
Moysés Mandel, violino

04 Relatividade III (1982), para piano

Ryoko Veiga, piano

05 Quinteto para sopros (1970)

Quinteto de Sopros da UFBA:
Jean Noel Saghaard, flauta
Afrânio Lacerda, oboé
Klaus Haefele, clarineta
Francisco Assis, fagote
Carlos Moreira, trompa

06 Toccata para pianoforte (1972)

Fernando Lopes, piano

07 Minimalisticamixolidicosaxvox (1988), para vozes e sax tenor

Geová Nascimento, saxofone
Coral da EMUS
Alfredo Barros, regente

08 Sedimentos (1973), para quarteto de cordas

Quarteto de Cordas da UnB:
Moysés Mandel, violino
Valeska Hadelich, violino
J. G. Scheuermann, viola
A. Guerra Vicente, violoncelo


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sábado, 26 de setembro de 2009

Lindembergue Cardoso - Memória, Vol.1: Conjuntos


01 Réquiem para o Sol (1976), para conjunto de câmara

02 Suitemdó (1979), para conjunto de câmara

03 Extreme (1971), para conjunto de câmara

04 Relatividade I (1981), para conjunto de câmara

Lembrandinha, suíte para banda juvenil (1983)
05 I. Dobrado
06 II. Maxixe
07 III. Frevo

Conjunto de Música Nova da UFBA (faixas 1-4)
Banda Sinfônica da UFBA (faixa 5)
Piero Bastianelli, regente (faixas 1-4)
Horst Schwebel, regente (faixa 5)

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sexta-feira, 4 de julho de 2008

Outros ritmos - Compositores da Bahia

Paulo Costa Lima

Paulo Costa Lima
(1954)


01 IBEJIS, para flauta e clarineta
Lucas Robatto, flauta
Pedro Robatto, clarineta

Wellington Gomes (1960)

02 FANTASIA, para violoncelo e orquestra de câmara
Christian Knop, violoncelo
Bahia Ensemble
Piero Bastianelli, regente

03 QUATRO PEÇAS PARA PIANO
Diana Santiago, piano

Paulo Costa Lima

04 APANHE O JEGUE, para flauta e piano
Lucas Robatto, flauta
Mário Ulloa, violão

05 PEGA ESSA NÊGA E CHÊRA, para piano
José Eduardo Martins, piano

06 IMIKAIÁ, para piano
José Eduardo Martins, piano

07 PONTEIO-ESTUDO, para piano
José Eduardo Martins, piano

08 ATOTÔ DO L'HOMME ARMÉ, para orquestra
Bahia Ensemble
Piero Bastianelli, regente

Wellington Gomes

09 REMINISCÊNCIAS, para oboé, clarineta e fagote
Adriana Cantarelli, oboé
Klaus Haefele, clarineta
Cláudia Sales, fagote

Paulo Costa Lima

10 SARUÊ DE DOIS, para 2 clarinetas
Pedro Robatto e Joel Barbosa, clarinetas

Lindembergue Cardoso (1939-1989)

11 MONÓDICA, para clarineta e piano
Pedro Robatto, clarineta
Eduardo Torres, piano

Ernst Widmer (1927-1990)

12 ONDINA, para flauta e piano
Lucas Robatto, flauta
Eduardo Torres, piano

Wellington Gomes

13 FREVINHO, para orquestra
Bahia Ensemble
Piero Bastianelli, regente

Ganhador do Prêmio Copene de Cultura e Arte
1995

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O CD foi gravado em diversas ocasiões e locais que vão de Salvador a Sófia, capital da Bulgária. As composições de Gomes revelam um desejo de atingir o ouvinte mais diretamente, por meio de padrões tonais identificáveis e formas bem delimitadas. Especialmente delicioso é o "Frevinho" (1995), com o Bahia Ensemble, que encerra o álbum. Ele tem duas sessões distintas e contrastantes. A primeira propõe clusters e harmonias divergentes, ao passo que a segunda executa um frevo reducionista com sabor de Stravinsky. Apesar de mais jovem, Gomes soa mais conservador que Costa Lima.

O ponto alto do CD está entre as faixas 4 e 8, com obras de Costa Lima que se aventuram pela enunciação vanguardista a reboque da pluralidade rítmica do candomblé. A seqüência têm início com a abordagem eufórica do flautista Lucas Robatto e do violonista Mário Ulloa: o "chorinho" "Apanhe o Jegue" (1996), que mescla um opanijé de Omolu à "Badinerie" de Bach. Segue-se o tríptico formado pelas peças para piano "Pega essa Nega e Chêra", "Imikaiá" e "Ponteio
", escritas entre 1991 e 1993. São interpretadas por José Eduardo Martins, em gravação realizada na Rádio Nacional da Bulgária, em Sófia. Tomado por uma volúpia rítmica, Martins explora com engenho expressivo os temas de barranqueiros do rio São Francisco e do candomblé, transfigurados nas peças em piano-percussão que se pretende nirvana. Em meio à batucada, Martins traz à superfície a estrutura melódica das obras, como a demonstrar a filiação européia da afro-baianidade. A ironia se consuma na faixa posterior com a peça orquestral "Atotô do L´homme Armé" (1993), pelo Bahia Ensemble. Mais uma vez, o autor conjuga candomblé e erudição ocidental. Põe em discussão acalorada um alujá de Xangô com o tema medieval "L´homme Armé", madeiras, metais e berimbau.

Luís Antônio Giron
Para ler o texto completo, clique aqui

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Lindembergue Cardoso - Música Contemporânea Brasileira


Lindembergue Cardoso

Nasceu em Livramento/Bahia/Brasil, no ano de 1939 e faleceu em Salvador/Bahia/Brasil no ano de 1989. Diplomou-se em Composição e Regência em 1974 pela Universidade Federal da Bahia Escola de Música, na qual atuou primeiro como Madrigalista (tenor) e Percussionista da sua Orquestra Sinfônica, depois passando a fagotista da mesma orquestra e Professor de Folclore, Composição, Improvisação, Literatura e Estruturação Musical, Instrumentação e Canto Coral da referida Escola, até posteriormente chegar a ser Regente do Madrigal e Vice-Diretor da mesma. Depois de sua morte recebeu o título de Professor Emérito da UFBA.
Membro fundador do Grupo de Compositores da Bahia, no campo da composição produziu 110 obras numeradas; 12 obras para espetácutos de Teatro. Dança e Teatro de Bonecos (para adultos'}; 1 Sinfonia; 1 anti-ópera e 1 Ópera negra, além de arranjos e músicas circunstanciais, como exemplo a "Missa João Paulo lI", composta pela passagem do Santo Padre na cidade do Salvador (1980) e executada por um coral de 700 vozes, órgão, violão e percussão; trabalhos de multi-meios realizados em diversas cidades do país: obteve cerca de 18 Prémios (nacionais e internacionais); teve 24 das suas obras gravadas em disco e 50 editadas, inclusive fora do pais. Tornou-se IMORTAL pela Academia Brasileira de Música (1988)


1 "SOTEROFONIA", op, 95, para orquestra

Peça composta em 1984, para a homenagem dos 435 anos da Cidade do Salvador. A escolha é conseqüência dos festejos de aniversário da nossa cidade. "Cantos populares, badaladas dos sinos das igrejas, motivos do nosso cotidiano se misturam em um contexto composicional expansivo e estético".

2 "MINISUITE". op.5, para sopros
I. Choro
II. Valsa
III. Frevo

Peça composta em 1958 para a "II Apresentação de Compositores da Bahia". 'Três movimentos embasados nas formas musicais brasileiras (chôro, valsa e frevo)"

3 "O VÔO DO COLIBRI": op.96, para cravo e orquestra de cordas

Peça composta em 1984. a pedido do cravista mineiro Felipe Silvestre. Partitura impressa pela UFBA 1991 (Projeto Gráfico Piero Bastianelli). Teve a sua estreia na Bahia, no ano de 1991, quando da inauguração do "Memorial Lindembergue Cardoso".


O colibri (cravo) e suas façanhas de vôo são o elemento que caracteriza o ritmo da peça. Os "humanos" (cordas) tentam acompanhá-lo e imitá-lo, porém sem conseguir, ficando inexoravelmente apegados ao chão.


4 "PROCISSÃO DAS CARPIDEIRAS", op 8. para orquestra, 8 sopranos e contralto solo

Peça composta em 1969, para concorrer ao "I Festival da Guanabara (RJ)", quando obteve o 3 prêmio e prêmio do público. Partitura impressa pela Gerig (Alemanha), a partir de edição manual de Piero Bastianelli).

"Em algumas regiões do Nordeste Brasileiro era comum contratar-se mulheres mercenárias, ou carpideiras, para chorar (carpir) em velórios. Nesta peça as carpideiras são usadas para, em procissão, chorar o sofrimento não da família do morto mas, o de todo um povo que sofre com a pobreza, com a chuva escassa na região, e com o latifúndio aumentando seus problemas que parecem insolúveis, e os aspectos dessa manifestação de Fé mística tomam na obra os seguintes passos: 1. AMBIENTAÇÃO: sol quente, atmosfera pesada; 2. PROCISSÃO; 3. A 1' PRECE (contralto solo); 4. DANÇA DA ALUCINAÇÃO; 5. A 2' PRECE (contralto solo); 6. DANÇA DA BONANÇA por ter finalmente chovido; 7. FINAL - uma incógnita [acorde de D7 (fl.ob.cl), sem resolução, característica da música nordestina].

5 "ONIÇÁ ORÊ", op. 75, para orquestra e vozes femininas

Peça composta em 1981 em homenagem ao artista plástico Carybé (falecido em 2000), por ocasião da outorga do título de "Doutor Honoris Causa" da Universidade Federal da Bahia. Partitura editada pela UFBA -1991.

Em sua linha composicional, o autor utiliza o tema do Candomblé com o mesmo nome, ora exposto em sua totalidade, ora "quebrado" ou superposto com outras melodias do popular baiano. A homenagem a Carybé, artista argentino/baiano, se manifesta ao fim da peça, quando ao ritmo "clássico" do candomblé o conpositor superpõe um esboço de tango argentino.

Piero Bastianelli, regente

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